Formosa do Sul adota nova metodologia no monitoramento do Aedes aegypti
A Prefeitura Municipal de Formosa do Sul, por meio da Vigilância Epidemiológica, está implantando uma nova metodologia para o monitoramento e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A mudança tem como objetivo tornar as ações de prevenção mais eficientes e direcionadas, fortalecendo o controle da proliferação do vetor no município.
Para a implantação da nova estratégia, as agentes de endemias Michele e Rafaela participaram de um treinamento técnico e prático em laboratório, promovido em parceria com a Vigilância Epidemiológica do Estado de Santa Catarina. A capacitação abordou a nova metodologia de monitoramento, além dos procedimentos laboratoriais necessários para a identificação e análise dos resultados.
A principal mudança consiste na substituição das larvitrampas pelas ovitrampas. Enquanto as larvitrampas eram utilizadas para detectar larvas do mosquito, as ovitrampas permitem identificar a presença de ovos do Aedes aegypti, oferecendo informações mais precisas sobre os locais onde há circulação do vetor.
Com a nova metodologia, o acompanhamento passará a ser realizado por quarteirões estratégicos do município. A partir dos resultados obtidos pelas ovitrampas, as equipes poderão concentrar suas ações nas áreas que apresentarem positividade, tornando o trabalho mais assertivo e proporcionando respostas mais rápidas no combate à dengue.
Entre as mudanças adotadas estão:
✔ Substituição das larvitrampas por ovitrampas;
✔ Monitoramento realizado por quarteirões estratégicos;
✔ Identificação mais precisa das áreas com presença do mosquito;
✔ Intensificação das ações nos locais com resultados positivos.
Dessa forma, as visitas dos agentes de endemias deixam de ocorrer de forma ampla em todas as residências e passam a ser direcionadas prioritariamente aos quarteirões onde forem identificados focos do mosquito, otimizando recursos e aumentando a eficiência das ações de controle.
A Vigilância Epidemiológica reforça que, mesmo com a adoção da nova metodologia, a colaboração da população continua sendo fundamental. A eliminação de recipientes que possam acumular água e servir de criadouros para o mosquito permanece como a principal forma de prevenção.
Combater a dengue é uma responsabilidade de todos. Com a união entre poder público e comunidade, é possível reduzir os riscos e proteger a saúde da população.







